O mail não era poético, não era de um amigo nem sequer da minha mãe. Era directo. Entrou no InovContacto. Parabéns. Engoli a notícia com um bocado de frango que tinha à mão. E naquele dia, não sei se foi o mail ou o frango, mas a digestão demorou bem mais que três horas.
(Noutra casa, não longe dali, celebrava-se o Magusto. A meio da noite sabe sempre bem umas castanhas, umas minis e uma boa conversa com amigos de Aveiro, nem que seja para esquecer a humilhação da selecção portuguesa no jogo com o Brasil.)
Sabia que, mal lesse o mail, o efeito borboleta teria início. Agora é esperar até que a borboleta páre de bater as asas...
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